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With Behave (Juízo), by director Maria Augusta Ramos, the FIPRESCI jury actually decided for a winner resembling the mentioned dictum of politics and poetry, as far as the film portrays a judicial system in all its weaknesses, expressing also the consequences — which are mostly reasons at the same time — of the courts decisions in a strong, fresh and absolutely adequate cinematographic language.

Pré-estréia mundial no festival de Locarno.

Crítica da revista Variety - 08/09/2007.
por Jay Weissberg

"Sem descambar para o sensacionalismo, " Juízo " mostra sua força graças à clareza de visão da diretora e a constatação em nenhum momento externada - mas muito palpável o tempo todo - de que cada reformatório do Rio deveria trazer sobre os portões a inscrição: "Deixai toda a esperança, ó vós que entrais!". Um filme para cinema de arte nenhum deixar escapar da sua programação".
Jornal O Estado de SP-08/08/2007.
Flávia Guerra

"Guta Ramos é bem recebida em Locarno, com seu polêmico Juízo.
A sessão é uma das mais prestigiadas do festival e abre espaço para o cinema que ousa sair do lugar-comum. Guta Ramos teve a felicidade de mostrar seu filme e poder explicar ao público como conseguiu realizar um documentário sem que pudesse mostrar a cara dos personagens em questão".
Festival do Rio

Jornal O Estado de SP- 26/09/2007
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Luiz Carlos Merten
"Trafegando entre o documentário e a ficção, filme lida com a falta de juízo da sociedade e das instituições brasileiras".

Flávia Guerra

"Maria Augusta nos traz uma narrativa contundente e realista, mesmo com o uso da dramaticidade, sem cair no apelo do didático. Ela deixa clara a intenção de adotar uma postura neutra, mas não abdica de fazer sua observação crítica da realidade".
31.Mostra Internacional de São Paulo

Jornal O Estado de SP- 26/10/2007.
Luiz Carlos Merten
"Maria Augusta Ramos acerta o tom no novo trabalho, rodado no Tribunal da Infância e Juventude, no Rio".
Cotação: Ótimo

Jornal Folha de SP- 26/10/2007.
José Geraldo Couto
"O interessante são as audiências, nas quais vem à tona todo um quadro de deterioração social e moral, com meninos e meninas que não conhecem os pais e que não raro são, eles próprios, pais e mães".
Avaliação: Bom
Novo filme de Maria Augusta Ramos, diretora do premiado Justiça, terá sua Première Mundial em presença da diretora na 60ª edição do Festival Internacional de Locarno (Suiça), de 1 a 11 de agosto, dentro da mostra competitiva "Cineastas do Presente ". - 01/08/07

"Não é exagero afirmar que Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo, é o melhor filme de Mauricio de Sousa. Ou indo mais longe ainda, pode-se dizer que este é o primeiro filme do quadrinista." Flávia Guerra
Estado de SP- 17/02/2007
"QUEREMOS DE XUXA A "BAIXIO DAS BESTAS" - Novo presidente da Ancine Manoel Rangel,  fala do projeto de lei que quer dar novo fôlego para o setor e defende ecletismo

Acredito que a cinematografia precisa de todos os filmes. Querems de Xuxa a "Baixio das bestas", de Didi a "Cidade baixa" e "Amarelo manga"... Entre um e outro, precisamos de "2 filhos de francisco" e "Cidade de Deus". É assim que a gente se enxerga e ocupa espaços dentro do nosso mercado. Sem ir de A a Z, não temos como competir com o mercado estrangeiro, que vai de A a Z. JORNAL O GLOBO 24/12/06
 A Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo,o décimo longa de Mauricio de Sousa, oitavo feito para o cinema, é sem dúvida o melhor de todos. E em todos os sentidos. Pela primeira vez, é possível identificar o humor antenado das tirinhas atuais tanto no ritmo ágil da trama quanto na eficiente escrita de diálogos, incluindo gírias e expressões populares. Os personagens ganham cor e credibilidade. E o filme fica mais símpatico e bem- humorado." Christian Petermann - Folha de SP- 16/02/2007
"O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili" difere de tudo o que Renato Aragão tem feito na tela grande desde de a Retomada. Renato resolveu apostar em uma trama bem contada. e esta funciona graças à direção sóbria de marcus Figueiredo, que tem nítida preocupação de fazer um conto de fadas soar saboroso em cena. E ele consegue. Até adulto ri. Muito. JORNAL O GLOBO - Rio Show 22/12/06

"Queria ser princesa"
Eu adoro ver filmes do Didi. o Didi está muito engraçado. Adorei a parte em que o Didi brinca no escorregador com a Lili. A princesa está muito bonita no filme. Eu também queria ser uma princesa. Beatriz Carneiro Calmon, leitora de 7 anos JORNAL DO BRASIL - Revista Programa 29/12/06 a 04/01/07
Renato Aragão e seu alter ego Didi são divertidos, para o público ou a crítica, na mesma proporção em que são espontâneos, ou seja, na medida que seguem mais a intuição do próprio artista e menos dos pad r ões de comédia que são esperados dele. É por isso que o   filme se tornou o melhor filme de Renato Aragão nos últimos tempos. JORNAL ESTADO DE MINAS 21/12/06

"Se o público do cinema for igual ao do teatro, Trair e Coçar, é só começar também vai virar um fenômeno na telona. Afinal, estamos falando do maior sucesso do teatro brasileiro, com 20 anos em cartaz, mais de oito mil apresentações e cinco milhões de espectadores." Extra, 17/04/06
"Se a máxima de que o clima nos bastidores de uma filmagem fica impresso na pelícola, Trair e Coçar tem tudo para fazer tanto sucesso nos cinemas quanto fez
nos palcos do País."  Estado de São Paulo, 10/04/06

"Dois fenômenos. Um de teatro. Outro de cinema. Juntos. Há exatamente 20 anos em cartaz – a estréia foi no dia 21 de março de 1986, no Teatro Princesa Isabel –
a peça Trair e coçar, é só começar, de Marcos Caruso, está, desde a semana passada, virando filme pelas mãos daquele que tem tudo para se tornar este ano o produtor mais prolífero que o cinema brasileiro já teve: Diler Trindade." O Globo, 21/03/06

- "Bastaria o monólogo inicial de Paulo Autran, descrito num plano-seqüência de impressionante ousadia, para torná-lo um dos mais importantes filmes brasileiros dos últimos dez anos. Tudo está ali. Um texto singular; uma câmera perfeita; um ator único. E no entanto A Máquina
vai bem além. Os minutos que se sucedem exibem uma surpreendente coleção de elementos capazes de estabelecer um diálogo de notável intensidade entre o espectador e a obra. Diálogo inteligente e sofisticado, que resulta na construção de um ambiente povoado pela nobreza de sentimentos, vivido pela magia da emoção."
Nelson Hoineff , criticos.com.br, 28/3/2006

- "Apesar de ser calcado na palavra, A Máquina não padece de falta de ação e usa com arrojo e inteligência o rico texto de Adriana (Falcão) para narrar uma história de amor cheia de aventura. (...) O Filme é uma engenhosa fábula sobre o amor, a fé, o presente e o futuro". O Globo, 24/03/06

- "É refrescante ver que ainda há espaço para inteligência, imaginação e criatividade no cinema comercial brasileiro. A Máquina, estréia de João Falcão como cineasta, traz esses três itens – escassos na safra nacional recente – de sobra." Jornal do Brasil, 24/03/06

- "Prepare-se para uma emoção e uma descoberta. A história de amor de Antônio e Karina é linda. Não seria a mesma coisa sem a química entre Gustavo Falcão e Mariana Ximenes." Estado de São Paulo, 24/03/06

- "Diler é fundamental. Faz um trabalho responsável, conseqüente, que dá emprego, movimenta a indústria e leva cada vez mais as companhias estrangeiras a acreditar no cinema brasileiro". Paulo Sérgio Almeida, cineasta, à Veja Rio, 23-29/01/06

- "Com seu método de produção, Diler atrai grandes parcerias internacionais, como a Buena Vista, a Columbia TriStar, a Warner e a Fox, que, além de distribuidoras, são co-produtoras de vários projetos." Veja Rio, 23-29/01/06

- "(Diler) Talvez seja, hoje, o mais importante produtor brasileiro em atividade". Rodrigo Saturnino, diretor da Columbia TriStar Buena Vista Filmes do Brasil, à Veja Rio, 23-29/01/06

- "O diretor João Falcão estréia como cineasta adaptando para a tela o texto que o consagrou nos palcos". Jornal do Brasil, 13/07/04

- “(Didi, O Caçador de Tesouros) É a melhor renda de estréia que uma aventura do Didi alcançou desde 1998, ano do bem sucedido Simão, o fantasma trapalhão , que encerrou sua trajetória nas telas com a venda de 1.658.136 ingressos”. O Globo, 11/01/06

- “O orçamento de Xuxinha e Guto contra os Monstros do Espaço foi de R$ 6 milhões e duas equipes trabalharam 24 horas por dia no projeto. A idéia inicial era que Xuxa contracenasse com personagens de desenho animado durante todo o filme, mas sairia muito mais caro. (...) Uma tropa de 100 profissionais, entre músicos, roteiristas, desenhistas, animadores e dubladores se dedicaram em turno integral à realização do desenho”. Jornal Extra, 23/12/05

- “Nenhum produtor tem arrastado tanto público aos cinemas nos últimos anos quanto Diler Trindade. A produção tem sido tão intensa que ele foi eleito pela revista Variety, revista norte-americana especializada em cinema, um dos dez produtores mais promissores do mundo”. Revista Isto É Gente, 15/03/04
- "Precisamos de mais "Dilers" no mercado brasileiro.
Nós todos somos artesanais enquanto ele é um produtor industrial ,que dá seqüência aos produtos e mantém
a estrutura funcionando". Luiz Carlos Barreto à Revista Isto É, 30/03/05

- "Diler é um cara honesto. É muito claro no que se propõe a fazer. Diler está interessado em filmes de grande público e bem feitos." Moacyr Góes

- "Lançar quatro filmes num ano é mais do que uma façanha. É um feito extraordinário, que só contribui para a industrialização do cinema no país." Luiz Carlos Barreto